Tudo que você precisa saber sobre o Projeto Aelle (Parte 2)

4 de julho de 2010   »   1 comentário »

Damos continuidade a explicação sobre o Projeto Aelle, na primeira parte falamos da utilização do site, e agora, falamos um pouco de sua API.

Antes de mais nada, devo informar que este post não serve como uma documentação da API do Aelle, ela já está escrita aqui.

Antes de começarmos você deve ter uma chave para realizar as consultas em nossa API, você pode consegui-la clicando aqui. E é claro, ler a documentação da API para não realizar nenhuma requisição errada.

Para o exemplo em PHP irei utilizar uma chave fictícia:

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625v39165efy8mpum9da

Utilizando PHP + Snoopy para se conectar ao Aelle.

O Snoopy (que pode ser encontrado aqui) é uma classe legal (que eu gosto de usar) para fazer requisições HTTP em outros sites. Caso você não queira muita dificuldade, recomendo que a utilize.

Observe o código abaixo utilizando o Snoopy:

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include("snoopy.class.php");
//Inicializa a classe Snoopy
$snoopy = new Snoopy;

//Defino uma variável onde posso guardar a Chave da API
//E também a URL de consulta
$chaveAPI = "625v39165efy8mpum9da";
$urlConsulta = "http://api.projetoaelle.com/1/info/user/".$chaveAPI.":json";

//É interessante que você indique um User Agent
//(que pode ser criado por você para identificar o seu sistema) e
//um site de referência (que seja o seu).
$snoopy->agent = "Foco Livre Exemplo (Teste do Blog; PT-BR) v1.0";
$snoopy->referer = "http://blog.focolivre.com/";

//Realizo a consulta na API do Projeto Aelle
if($snoopy->fetchtext($urlConsulta)) {
    echo $snoopy->results;
} else {
    echo "Ocorreu um erro: ".$snoopy->error;
}

Da maneira como foi mostrado acima, o sistema retornaria um texto em formato JSON, como mostrado abaixo:

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{
    "status":200,
    "error":false,
    "requesitions":"1",
    "limit":"100",
    "remainder":99,
    "whitelist":false,
    "blocked":false,
    "client":"Usuario Teste",
    "api_key":"625v39165efy8mpum9da"
}

Ou, dependendo da sua escolha, o resultado também pode ser formatado em XML, como mostrado abaixo:

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<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<item>
    <status>200</status>
    <error>false</error>
    <requesitions>2</requesitions>
    <limit>100</limit>
    <remainder>98</remainder>
    <whitelist>false</whitelist>
    <blocked>false</blocked>
    <client>Usuario Teste</client>
    <api_key>625v39165efy8mpum9da</api_key>
</item>

Para decodificá-lo, você pode utilizar a classe existente no próprio site do JSON. Vale lembrar que os resultados podem ser retornados nos formatos JSON ou XML, são os únicos trabalhados pela API, e que podem ser lidos através de qualquer linguagem. Este foi apenas um exemplo em PHP, o que não impede de ser acessível também ao JAVA, ASP.NET, C#, PHYTON e etc.

Não se esqueça! Lembre-se de ler a Documentação Completa da API para entender o seu funcionamento.

Utilizando PHP + cURL para realizar as requisições no Projeto Aelle.

O cURL é mais completo do que o Snoopy, e é o que recomendo aos usuários que optam por uma consulta mais arrojada, pode parecer um pouco complexo mas não é, uma documentação completa sobre o cURL você encontra no próprio site do PHP.

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//Defino uma variável onde posso guardar a Chave da API
//E também a URL de consulta
$chaveAPI = "625v39165efy8mpum9da";
$urlConsulta = "http://api.projetoaelle.com/1/info/user/".$chaveAPI.":json";

//Inicia a sessão
$session = curl_init($urlConsulta);
curl_setopt($session,CURLOPT_HEADER,false);
curl_setopt($session,CURLOPT_USERAGENT,"Foco Livre Exemplo (Teste do Blog; PT-BR) v1.0");
curl_setopt($session,CURLOPT_REFERER,"http://blog.focolivre.com/");
curl_setopt($session,CURLOPT_FOLLOWLOCATION,1);
curl_setopt($session,CURLOPT_TIMEOUT,10);
curl_setopt($session,CURLOPT_RETURNTRANSFER,true);
//Chama as informações da página
$page = curl_exec($session);

//Imprime o resultado em JSON ou XML
//Dependendo da requisição que foi realizada.
echo $page;

O resultado retornado é o mesmo que foi exibido acima, e no caso do JSON você também precisará da biblioteca para decodificá-lo.

Tudo que você precisa saber sobre o Projeto Aelle! (Parte 1)

4 de julho de 2010   »   2 comentários »

Infelizmente com o avanço das redes sociais, muitos usuários utilizam de certas facilidades para transmitir informações falsas inclusive URLs encurtadas cujo o destino são sites maliciosos ou vírus que prejudicam os utilizadores destas redes e também as próprias redes sociais. Buracos como esses tendem a ser falhas de seguranças muito grandes que o Projeto Aelle tenta contornar.

O Projeto Aelle, não é um sistema pago, pelo contrário, é gratuito e lhe possibilita pesquisar em nosso banco de dados através de sua API completa e que o melhor de tudo, possui praticamente os mesmos resultados que você obtém na página inicial.

Para quem o Aelle Serve?

Você identifica os acessos em seu site através de UAs (User-Agents) e gostaria de saber quem são? Você gostaria de saber se as URLs que seus usuários divulgam em suas páginas estão em alguma Blacklist? Gostaria de Desencurtar URLs de qualquer serviço de encurtamento?

Então o Aelle é para você!

Através de uma API completa (onde a documentação você pode ver aqui) você tem acesso a todas essas funcionalidades (as mesmas que você vê na página principal), a única coisa que você precisa fazer é um cadastro bem rápido e obter uma chave da API para acesso.

Explicação rápida sobre os serviços prestados pelo projeto.

Uma base do que você precisa saber e de como pode utilizar o Aelle em seu website, sistema ou serviço.

Informações de User-Agents

O projeto reúne uma base de dados de quase 140 mil User-Agents existentes ao redor da internet, eles são identificados como Browsers, Mobile Browsers, Crawlers, RSS Readers, Bots e etc.

O bacana é que, quando você pesquisa um UA referente a um Browser por exemplo, ele retorna qual versão do CSS ele suporta, se aceita Java Script, Iframe, Cookies e Applets (isso muitos dos navegadores padrões aceitam, mas outros, inclusive os móveis ainda não). Possivelmente, informações sobre o suporte ao HTML 5 estarão disponíveis em breve!

Informações sobre URLs na Blacklist

É incrível, mas todos os dias, inúmeras URLs são dadas como impróprias, por conterem Malware ou levarem o usuário a algum site com vírus. Mas isso não significa que todas as URLs registradas sejam impróprias. Existem variantes de domínios originais como Google, You Tube e Twitter que se fazem de erros de digitação para “fisgar” um usuário desavisado (Phishing).

Observe abaixo um exemplo feito com o site Facebook.

Repare a quantidade de URLs que possuem facebook como nome, incluindo sites adultos, proxys e o pior de tudo Malware e Phishing. As URLs marcadas em vermelho e indicam os sites impróprios da Blacklist. O Projeto Aelle utiliza sinalizações de cor que indicam a situação da URL na lista, ou seja:

Verde, indica que o site é o original ou não apresenta perigo;
Amarelo indica atenção;
Vermelho indica  que a URL é perigosa e que abrí-la pode prejudicar seu computador e também seus dados.

Desencurtando URLs

Sim, o serviço de encurtamento de URLs é ótimo e tem o seu valor, diminuir URLs enormes para poucos caracteres, de fácil memória e até mesmo de compartilhamento, isso dentre outros benefícios tornaram esse serviço inovador. Porém, existem pessoas que utilizam este serviço para encurtar URLs que levam a sites de phishing ou malware,  e infelizmente você só terá conhecimento que o site é impróprio, quando já o tiver acessado. E até ai, pode ser tarde demais…

O serviço de desencurtamento do Projeto Aelle, abrange TODOS OS SERVIÇOS de encurtamento, inclusive Proxys de redirecionamento. O Projeto também não descobre apenas o destino de uma URL encurtada, pois algumas pessoas mal intencionadas, criam de 3 a 5 redirecionamentos diferentes para burlar estes sistemas, mas não burla o Aelle. Ele segue todos os redirecionamentos até encontrar a página final, e verifica ainda, junto a nossa base de dados, se a mesma se encontra na blacklist.

Ao clicar em Revelar, o sistema acessará a URL encurtada e seguira os redirecionamentos até o seu destino, exibindo os resultados:

Os resultados retornados indicam os dados coletados pelo sistema, ou seja, a Velocidade de Download, Tamanho da Página carregada, Formato (Informa o Mime Type do arquivo carregado), e o Tempo de Redirecionamento. (Todos estes dados também estão presentes na API)

Ocultar Emails

Infelizmente é cada vez mais comum que emails se tornem alvos de SPAM, isso ocorre porque existem sistemas que pesquisam emails inseridos em diversos sites pela internet, acrescentando você em alguma lista para receber emails indesejáveis. Inclusive, existem sistemas que além de pegar o seu email como: teste@teste.com.br, utilizam do seu domínio para testar outros nomes comuns, e tentar, de alguma maneira, capturar o máximo de emails que um domínio possui.

O Projeto Aelle possui um sistema que oculta o seu email, e só é revelado a alguém de forma mecânica, semelhante ao reCAPTCHA. Veja abaixo o exemplo:

Repare que ao inserir o Email, o Projeto Aelle esconde o nome, e também o domínio, para que nenhum sistema automatizado possa gravá-lo. É retornado a você uma imagem, e um exemplo em forma de texto, você pode usar ambos em seu sistema.

Para ver o funcionamento, você pode clicar nos links ao lado (Certifique-se que seu navegador não bloqueie Pop-Ups): (imagem), te…e@t…e.com.br (Texto) . Repare que uma janela será aberta e você precisará preencher o CAPTCHA informado (O texto que aparecerá na imagem), ao fazer isso o sistema irá lhe demonstrar o email ocultado.

Exemplo do código em HTML para o formato da imagem:

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<a title="Revelar este email" onclick="window.open('http://api.projetoaelle.com/1/openmail/u:MDkxNTFhNjliYjAyZTJjZGU2ZWZiZGU5ZjI0NmM5NzcwNGU0Y2FiOQ==', '', 'toolbar=0,scrollbars=0,location=0,statusbar=0,menubar=0,resizable=0,width=500,height=300'); return false;" href="http://api.projetoaelle.com/1/openmail/u:MDkxNTFhNjliYjAyZTJjZGU2ZWZiZGU5ZjI0NmM5NzcwNGU0Y2FiOQ==">
<img src="http://api.projetoaelle.com/1/getmail/u:MDkxNTFhNjliYjAyZTJjZGU2ZWZiZGU5ZjI0NmM5NzcwNGU0Y2FiOQ==" border="0" alt="" />
</a>

Exemplo do código em HTML para o formato do texto:

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<a title="Revelar este email" onclick="window.open('http://api.projetoaelle.com/1/openmail/u:MDkxNTFhNjliYjAyZTJjZGU2ZWZiZGU5ZjI0NmM5NzcwNGU0Y2FiOQ==', '', 'toolbar=0,scrollbars=0,location=0,statusbar=0,menubar=0,resizable=0,width=500,height=300'); return false;" href="http://api.projetoaelle.com/1/openmail/u:MDkxNTFhNjliYjAyZTJjZGU2ZWZiZGU5ZjI0NmM5NzcwNGU0Y2FiOQ==">
te...e@t...e.com.br
</a>

Isso pode parecer um pouco trabalhoso, mas na verdade não é, e também, é um caminho seguro para que sistemas automatizados (nem OCRs) descobrirem o seu domínio e seu email para torná-lo alvo de SPAM.

Utilizando expressões regulares em pesquisas do MySQL

4 de maio de 2010   »   Ninguém comentou ainda »

Muita gente realiza querys no MySQL, e as vezes, desconhece completamente do poder que certas consultas contém, na quantidade de dados e nos famosos “microsegundos“.

Mas porque isso? Vamos tomar um exemplo simples, eu tenho uma tabela com vários nomes, e gostaria de trazer apenas aqueles que começam com “Antonio“, normalmente você faria algo como o exibido abaixo:

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select telefone from contatos where nome like '%Antônio'

Isso retornará o resultado que você espera claro, não haverá problemas na execução. Mas… e se uma consulta como essa, for realizada em alguma tabela que contenha uma quantidade muito grande de dados?

Entenda que um banco de dados não é uma estrutura que “sabe exatamente” onde um certo dado está, ele percorre linha a linha e reune os objetos encontrados seguindo os parâmetros dados por você. Quando você trabalha com uma quantidade muito grande de dados, e o obriga a percorrer essas linhas com consultas lentas, você atrasará outros processos para que seu resultado venha com maior precisão.

Ou seja, quando um Select muito longo é realizado, outras consultas como Insert, Update e Delete são impedidos, pois precisam aguardar a sua consulta. Já tive situações onde a linguagem de programação não suportou o tempo de espera trazendo a famosa mensagem “Fatal error: Maximum execution time exceeded“.

Então porque usar Expressões Regulares? É porque elas diminuem o tempo de sua consulta, pois com condições mais precisas, o MySQL descarta mais rápido atributos que não se enquadram na condição, aumentando o tempo de resposta. Consultar o nome do Antônio na base de dados, ficaria assim:

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select telefone from contatos where nome regexp '^Antônio'

Vamos para algo mais complicado.

Situaçao: Um cliente lhe entrega uma base de dados que contém um acervo de artigos e matérias. Algumas dessas matérias lhe interessa para uma pesquisa pois possui uma data. O cliente não sabe que data é essa. Você então sugere em trazer todas as matérias que possuem datas, e o cliente concorda em olhar uma a uma até encontrar o que deseja.

E então, como você resolveria esse problema? Você não conseguiria usando o Like, a sua saída? Utilizando Expressão Regular, veja como ficaria a Query:

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select id_textos from tabela where texto
regexp '^([1-9]|0[1-9]|[12][0-9]|3[01])\D([1-9]|
0[1-9]|1[012])\D(19[0-9][0-9]|20[0-9][0-9])$'

A expressão regular acima, procurará por datas que estejam no formato d/m/y. Você pode adaptar a expressão para aquilo que você deseja, retornando assim, uma pesquisa mais rápida e otimizada.

Para maiores informações consulte o manual de referência do MySQL, e se não entendeu muito o que botei neste post sobre Expressão Regular, é bom que comece a aprender, pois ela é muito importante, clique aqui para ter uma base.

Até o próximo post sobre otimização de banco de dados!

Guia do Ilustrador: Download gratuito

1 de abril de 2010   »   Ninguém comentou ainda »

Desenvolvido por Ricardo Antunes, o “Guia do Ilustrador” que conta com trechos de “Manual do Estagiário” de Eugênio Mohallem e revisão de vários artistas, é uma ótima leitura para agregar conhecimento ao nosso dia a dia e obrigatório para quem está dando os primeiros passos no mundo da arte.

- Download gratuito do Guia do Ilustrador

10 maneiras para o Internet Explorer agir como um browser moderno

21 de março de 2010   »   Ninguém comentou ainda »

Como muitos desenvolvedores, nós não somos muito fãs do Internet Explorer, além de não ser muito conhecido por “inovações”, é inadmissível a utilização de um browser tão antigo em uma época que novas e poderosas técnicas vem surgindo, como o CSS3 e o HTML5. Mas para amenizar este problema, alguns “truques” podem ser feitos para facilitar seu dia a dia.

Habilitar HTML5 no IE

Você conhece o HTML5? Se você fizer parte do cenário de desenvolvimento web, com certeza sim. HTML5 é a próxima grande revisão da HTM (linguagem de marcação de núcleo da World Wide Web).

O script html5.js é um projeto muito interessante que visa tornar o Internet Explorer compatível com HTML5, a única coisa que você precisa fazer é incluir o script html5.js no cabeçalho de seu HTML.

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<!--[ if IE]-->
    <script language="javascript" src="http://html5shiv.googlecode.com/svn/trunk/html5.js”></script>
<!-- [endif] -->

Mais informações: http://remysharp.com/2009/01/07/html5-enabling-script/

Propriedade CSS text-shadow no IE

Devido a recente implementação da propriedade text-shadow no Firefox 3.5, os designers começaram a utilizar este recurso intensivamente. Hoje a grande maioria dos browsers modernos pode processar esta propriedade corretamente, com exceção do IE que mais uma vez ignora.

Felizmente, há um filtro que se esforça para interpretar esta propriedade no IE, o exemplo abaixo mostra como aplicar sombra de texto em browsers modernos e o filtro no IE. Repare que por não ser uma propriedade CSS padrão, ele deve ser isolado usando comentário condicional.

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p.shadowed (
    text-shadow: # 0000ff 0px 0px 3px; /* Browsers modernos */
    filter: glow (color =# 0000ff, Strength =3); /* IE */
}

Mais informações: http://www.howtocreate.co.uk/textshadow.html

CSS box-shadow no IE

A implementação da sombra de caixa com a propriedade box-shadow é uma das mais interessantes inovações do CSS3, porque nos permite criar muitas sombras legais em elementos HTML sem necessidade de imagens. Uma verdadeira revolução para designers e desenvolvedores web front-end!

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.sombreado (
    box-shadow: 10px 10px 5px #888;
}

Mas você pergunta se o Internet Explorer pode manipular box-shadow? Não, ele não pode.

Novamente, para imitar a propriedade CSS box-shadow no IE, vamos ter que usar outro filtro de propriedade privada:

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.sombreado (
    filter:
    progid: DXImageTransform.Microsoft.DropShadow (color =#969696, OffX =1, Offy =1)
    progid: DXImageTransform.Microsoft.DropShadow (color =# C2C2C2, OffX =1, Offy =1)
    progid: DXImageTransform.Microsoft.DropShadow (color =# EFEFEF, OffX =1, Offy =1);
}

Mais informações: http://ole-laursen.blogspot.com/2009/08/using-css3-box-shadow-with-ie.html

Bordas Arredondadas

Bordas arredondadas! Assim como sombras nos elementos HTML sem usar qualquer imagem, outra mega inovação do CSS3 é a propriedade border-radius, que projeta facilmente cantos arredondados sem nenhuma imagem!

Abaixo, a utilização do border-radius:

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. round (
    border-radius:5px;
    -moz-border-radius:5px;
    -webkit-border-radius:5px;
}

Há algumas maneiras de criar cantos arredondados no IE sem utilizar imagens, um dos mais utilizados é o Roundies DD, um código Javascript que arredonda qualquer elemento HTML.

O exemplo abaixo criar elementos arredondados com a classe Roundify:

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<script  tipo="text / javascript" src="DD_roundies.js"></script>
<script tipo="text / javascript">
    DD_roundies.addRule ('. Roundify', '10px ');
</script>

Mais informações: http://www.dillerdesign.com/experiment/DD_roundies/

Layout de Múltiplas Colunas

O CSS3 também permite a exibição automática de certos conteúdos em colunas. Algo bem legal, porque dá aos designers a possibilidade de criar layouts incríveis.

O código abaixo funciona no Firefox e Safari, ele adicionar automaticamente colunas a um elemento div:

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. column (
    -moz-column-width: 13em;
    -webkit-column-width: 13em;
    -moz-column-gap: 1em;
    -webkit-column-gap: 1em;
}

Infelizmente não há nada similar no Internet Explorer, por isso será necessário utilizarmos o plugin JQuery Columnize. Abaixo você vê como é fácil criar colunas com ele:

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$('# mydiv').columnize();
$('# myotherdiv').columnize((width: 200));
$('# mythirddiv'). columnize((columns: 2));

Mais informações: http://welcome.totheinter.net/2008/07/22/multi-column-layout-with-css-and-jquery/

Opacidade

Opacidade é outra coisa que não podemos esperar do IE, uma pena, porque ter a capacidade de determinar a opacidade de um elemento é algo muito interessante em termos de design. O filtro Crappy pode nos ajudar a atingir resultados semelhantes no IE.

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. elemento (
    opacity:.7; /* CSS Padrão */
    filter:alpha (opacity=70); /* IE */
}

Elementos HTML Rotativos

Elementos rotativos com CSS3:

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transform: rotate (240deg);
-webkit-transform: rotate (240deg);
-moz-transform: rotate (240deg);

O Internet Explorer irá simplesmente ignorar as declarações acima, mas podemos utilizar um filtro de propriedade particular que apesar de não ser validado pela W3C, simula o mesmo efeito para o IE:

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filter: progid: DXImageTransform.Microsoft.Matrix (M11=0.86602540, M12=0.50000000, M21=-0.50000000, M22=0.86602540);

Mais informações: http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms533014%28VS.85%29.aspx

Suporte RGBa

Esta nova funcionalidade permite aos desenvolvedores especificar um valor de opacidade de cor, que é extremamente útil na codificação de um website:

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.cor -bloco {
    largura: 50%;
    background-color: rgba (0, 0, 255, 0.2); /* Browsers Modernos */
}

No Internet Explorer, precisamos de um filtro para conseguir um efeito similar ao RGBa:

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<!--[if IE]>
<style type="text/css">
   .color-block {
       background:transparent;
       filter:progid:DXImageTransform.Microsoft.gradient( startColorstr=#99000050,endColorstr=#99000050);
       zoom: 1;
   }
</style>
<![endif]-->

Mais informações: http://css-tricks.com/rgba-browser-support/

Incorporação de Fontes Compatíveis no IE

Durante muito tempo, a web foi dominada por algumas fontes como Arial, Verdana, Courier e Times New Roman. Estas fontes são denominadas como “web safe”, que significa que praticamente qualquer computador as tem instaladas (elas não instaladas no GNU/Linux por não serem livres).

Mas, de um ano ou dois pra cá, a técnica de incorporação de fontes mostrou-se muito interessante.

Entre outras técnicas, o método @font-face é provavelmente o mais limpo (acredite ou não, o Internet Explorer tenta apoiar a incorporação de fontes desde a versão 4), algo bem legal, mas considerando que nada na Microsoft é como nos outros, sua fonte deve estar no formato proprietário eot e você tem que usar uma declaração diferente para inseri-las em suas páginas:

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@ font-face (
    font-family: "Sua" FontName;
    src: URL(Localização da fonte/FontFileName.eot); /* IE */
    src: local("FontName real"), URL(Localização da font FontFileName.ttf) formato("truetype"); /* Browsers Modernos */
}

/* Depois disso você a usa como qualquer outra fonte */

. elemento (
    font-family:"Sua" FontName, verdana, Helvetica, sans-serif;
}

Você precisará converter suas fontes para o formato eot da Microsoft para que elas funcionem no IE, para isso você pode usar esta ferramenta online gratuita. http://www.kirsle.net/wizards/ttf2eot.cgi

Mais informações: http://randsco.com/index.php/2009/07/04/p680

Utilizando robots.txt

20 de março de 2010   »   Ninguém comentou ainda »

Os webcrawlers, ou robôs de buscas, são usados pelos mecanismos de buscas para percorrer a we, indexando a maior quantidade de conteúdo possível. O que muitas pessoas não sabem é que existe um padrão para dizer aos robôs de busca qual conteúdo do seu site deve ser indexado.

Este padrão é conhecido como robots.txt.

Entender como o robots.txt funciona é muito importante quando se trata de otimização de sites, tendo em vista que podemos impedir que conteúdo restrito fique visível nos sites de busca, como uma área de administração, por exemplo.

Criando o robots.txt

O arquivo robots.txt é basicamente um arquivo de texto simples com instruções, por exemplo:

No caso acima, todo o conteúdo do site será indexado.

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User-agent: *
Disallow:

Nenhum conteúdo do site será indexado.

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User-agent: *
Disallow:/

Não permite que a pasta “admin” seja indexada pelo robô do Google, com exceção do arquivo register.html dentro da mesma pasta.

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User-agent: Googlebot
Disallow:/admin/
Allow: /admin/register.html

Os robôs tem como instrução, reunir a maior quantidade de conteúdo relevante possível, o que faz com que eles adicionem tudo o que vêem pela frente, a menos que seja dada uma instrução para que determinado conteúdo não seja adicionado.

Se você especificar instruções para algum robô específico, como o robô do Google por exemplo, toda a instrução “global” será ignorada por ele, por exemplo:

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User-agent: *
Disallow: /admin/
Disallow: /arquivos/
Disallow: /textos/
Disallow: /audio/
Disallow: /downloads/

User-agent: Googlebot
Disallow: /admin/

No código acima, o Googlebot irá ignorar todo o conteúdo escrito em verde.

Utilizando caracteres especiais

Alguns robôs de buscas como o do Google, Yahoo e Msn permitem o uso de caracteres especiais.

O código abaixo é utilizado para bloquear urls que utilizem parâmetros via GET (incluem interrogação):

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User-agent: *
Disallow:/*?

Ou você pode especificar extensões em particular, como o código abaixo que bloqueia páginas com extensão .php:

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User-agent: Googlebot
Disallow: /*.php$

O Google também indexa resultados de formulários de pesquisas dos sites indexados. Considerando que o parâmetro de busca na url seja “search”, é possível bloquear esta funcionalidade com o código abaixo:

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User-agent: *
Disallow: /?search=

Utilizar corretamente o robots.txt é essêncial para otimização e controle do conteúdo indexado no seu site, por isso esteja sempre atento para quais pastas são exibidas ou bloqueadas. ;)

Sejam muito bem-vindos!

10 de fevereiro de 2010   »   Ninguém comentou ainda »

Durante anos, nosso sonho foi criar um espaço onde pudéssemos colocar nossos pensamentos, compartilhar conteúdo criativo que queríamos passar adiante, mostrar nossos talentos e diferenciais. Eis que depois de muitas conversas e esboços de projetos, nasce a Agência Foco Livre, com o objetivo de compartilhar conhecimento, instigar interatividade com colegas da área e disponibilizar material que ajude clientes e amigos a ter uma melhor experiência em seus projetos.

Acima de tudo, defendemos a liberdade do cliente, o direito de ir e vir, por isso apoiamos com todas as forças o software livre, a comunidade e suas iniciativas, e é com este pensamento que nos sentimos seguros e felizes em apresentar as melhores soluções para sua necessidade. Você nasceu livre e deve continuar assim!

Enfim, gostaríamos de agradecer a todos que tornaram este sonho possível, a todos que se prontificaram em sustentar nossas idéias, nosso sonho, que neste novo espaço criado possamos compartilhar conhecimentos e opiniões, e que juntos, criemos um ambiente de soluções e desenvolvimento cada vez melhor.

Equipe Foco Livre

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